E vamos ao segundo dia do Desafio “10 Livros em 10 dias”.
Falar do livro que eu mais odiei é bem mais fácil do que o que eu mais gostei: não gosto muito de fórmulas prontas. Por isso, acabo passando longe da banca de auto-ajuda e best-sellers (apesar de às vezes ser possível encontrar algumas pérolas ali – A menina que roubava livros é uma delas).
Quando eu era adolescente, gostava muito de ler Sidney Sheldon (sim, best-seller e sim, fórmula pronta, repetida à exaustão. Mas eu gostava mesmo assim). Por isso, quando apareceu Dan Brown, não vi nada de extraordinário ali. Li O Código da Vinci, achei interessante (pô, o livro te prende mesmo), mas na metade do livro eu já havia deduzido o final. Okee dokee.
Aí, resolvi tentar o Fortaleza Digital, já que o termo “digital” me chama bastante a atenção. E só posso dizer que foi S-O-F-R-Í-V-E-L! Um livro chato, arrastado e com um final que chama qualquer um de TROUXA. Sério, a minha sensação ao terminar de ler foi “Mamãe, o Dan Brown me fez de besta”.

O livro conta a história [e aqui entra a cópia da sinopse na Wikipedia, já que, pelo menos nesse caso, minha memória parece ser seletiva. hehe]…
Ensei Tankado, um ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional que jura vingar-se dos Estados Unidos, desenvolve um algoritmo de encriptação inquebrável, algo considerado impossível, que caso seja publicamente utilizado inutilizará o computador superpotente da NSA, TRANSLTR, na decodificação de mensagens. A este algoritmo dá o nome de Fortaleza Digital.
Tankado conta com a ajuda de North Dakota, pessoa responsável por tornar o Fortaleza Digital público caso Tankado morra sem cumprir seu objetivo. Tankado sofre uma morte misteriosa, supostamente causada por um ataque cardiaco. Antes de morrer, Tankado tenta chamar a atenção das muitas pessoas que passavam ao seu redor numa praça pública da Espanha para o anel que trazia na sua mão esquerda, anel esse que seria a chave do Fortaleza Digital.
Trevor Strathmore, vice-director da NSA, convida David Becker para ir a Espanha em busca do anel e juntamente com a criptóloga Susan Fletcher, noiva de Becker, tenta evitar a disseminação do Fortaleza Digital. Sem saber em quem confiar, Susan e David, separados, tentam encontrar a solução para evitar o que poderia ser o maior desastre da História da Segurança de Informações norte-americana.
Enfim, eu tinha achado a proposta interessante. Estava em uma fase meio geek demais, assistindo filmes de tecnologia e pensando em estudar webdevelopment. Mas Dan Brown, em sua ânsia de colocar um final que não se espera acabou fazendo deste algo como “viu? Tava na sua cara o tempo todo, sua anta”, conseguindo fazer com que eu tomasse birra dos livros dele para todo o sempre. Amém.
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Compare preços:
Primeiro, foi a Naomi (Pensamentos de uma Batata Transgênica). Depois, a Cris (Rato de Biblioteca). Adorei a ideia de falar de 10 livros, um por dia (ói aí o pretexto pra voltar a atualizar o blog com frequência!), e resolvi participar também.
O desafio é falar de dez livros, seguindo alguns critérios:
1° dia – Livro que você mais gostou;
2° dia – Livro que você mais odiou;
3° dia – Livro mais barato que você comprou;
4° dia – Livro mais caro que você comprou;
5° dia – Livro que mais te fez ter a atenção nele;
6° dia – Livro que menos te fez ter a atenção nele;
7° dia – Livro que você mais recomenda;
8° dia – Livro que você menos recomenda;
9° dia – Série de livros que você mais gosta e;
10° dia -Livro mais velho que você tem ou leu.
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Então vamos lá!
Livro que eu mais gostei:
Difícil pacas dizer qual o livro que mais gostei na vida. Fico entre Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll e O Idiota, de Dostoiévski. Hummm… Acho que fico com Dostô. Amo Alice, minha alter-ego, mas me impressionou muito tudo o que Dostoiévski me fez sentir.

Publicado em 1869, O Idiota conta a história do príncipe Míchkin, personagem inspirado em Dom Quixote, de Miguel de Cervantes. Míchkin volta de um auto-exílio na Suíça para tratar de sua epilepsia (idiotia). Quando precisou voltar à Rússia, conhece uma parente distante (Aglaia Epantchiná) e sente uma enorme afeição por ela. Míchkin demonstra ser, durante toda a história, honesto, ingênuo, romântico e bondoso, e as pessoas à sua volta entendem que esses são sintomas de sua idiotia.
Dostoiévski era, ele mesmo, epiléptico. E também já havia sido condenado à morte, tendo sua pena alterada para exílio. E consegue nesse romance descrever as duas cenas mais angustiantes que já li em toda a minha vida: a primeira, quando Míchkin pede a Adelaída Epantchiná que pinte o rosto de um condenado à morte, um segundo antes da guilhotina cair sobre seu pescoço. E depois, quando ele descreve um ataque epiléptico… do ponto de vista do epiléptico.
Enfim, é um livro menos conhecido que Crime e Castigo e Os Irmãos Karamazov, mas é fantástico! E eu ainda vou ler toda a obra do Dostô, tido como o “pai do existencialismo”.
:)
Na Wikipédia:
- O Idiota;
Compare preços:
- Alice no País das Maravilhas
- O Idiota
Olá, pípou! Humm, esse blog está em uma fase “cobertura de eventos”, reparou? Está sendo muito legal participar de tantos eventos da área, conhecendo excelentes profissionais e aprendendo tanto.
Entre 15 e 17 de julho, estive no #InterACT2010, no Rio de Janeiro. O evento foi organizado pela iMasters Pro, e teve o mesmo nível de excelência que eu pude conferir no Intercon no ano passado. #orgulho dessa galera capixaba, que se tornou referência no Brasil quando se fala de TI. :)

Nos dois primeiros dias, aconteceram 4 minicursos da ESPM-RJ: Branded Content, com Roberto Cassano da Frog e Cláudio Henrique da Conspira Concept; Advergames, com Alex Pinheiro, da HANDS S.A; Conteúdo Digital, com Bianca Rosenberg, da The Alchemists e Mauro Amaral, do CarreiraSolo.org; e Criação de Brand Experience, com Gustavo Fortes, da Espalhe e Eric Eustáquio, da W/McCann.
Só pude participar do primeiro dia, e curti bastante Branded Content. O exemplo mais legal foi, sem dúvida, o do filme Náufrago: um filme inteiro para contar a história de um funcionário da FedEx, associando os valores da empresa à sua imagem. Chuck Noland é determinado, focado em resultados, e a imagem que a FedEx assume é a da excelência na prestação de seus serviços.
E, também em Náufrago, a presença da bola Wilson, que assume um papel de destaque no filme, e extremamente emocional.

Aqui tem uma resenha ótima sobre o filme, vale a pena ler com calma. :)
Na sexta, fui conhecer a sede da Ideia s/a em Niteroi. Foi ótimo rever a galera que foi pra SP, e também conhecer aqueles que eu ainda não tinha conhecido.
No sábado, com um frio digno de São Paulo, vou eu para o Sofitel de Copacabana participar do #InterACT2010 (o evento mesmo). Gostei das palestras que assisti, o nível foi bem melhor que o #SMBR, mas achei que algumas poderiam ter sido mais aprofundadas. Infelizmente, a gente sabe que o tempo nesses eventos é muito curto. Mas merecem destaque a do Marcelo Coutinho, sobre Internet e eleições (slides aqui), e a da Ana Erthal, sobre Sensorialidades.
Mais sobre o #InterACT2010, acesse a página de cobertura oficial do evento.
Ontem, participei do Bate-Papo sobre E-Commerce, da Lígia Dutra (@upalupa), aqui em Vitória. O evento foi realizado pela Lígia e pelo blog O Melhor do Marketing (@omelhordomkt), e foi fantástico!

Começou com uma palestra do Rogério Salume, falando sobre a loja virtual Wine. Depois, houve um bate-papo (mesmo! Interatividade total!) com a Lígia, Plínio Medeiros (Tecnocrata Digital), Tiago Baeta (do iMasters), André Damasceno e Abner Phillip (O Melhor do Marketing) e euzinha, debatendo com o público sobre temas como e-commerce para serviços, liberdade de expressão na internet, e aproveitando a experiência do Baeta com cursos online.
Depois, rolou uma dinâmica de grupos, onde cada grupo deveria “eleger” seu empreendedor, identificar um problema e pensar em soluções para rentabilizar ou melhorar a lucratividade do negócio escolhido.
Ah sim, a Lígia avisou que o #BPecommerce irá acontecer em Vitória mensalmente. Recomendo MESMO a participação, e é bom lembrar que o evento acontece também regularmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. E a própria rede Ning flui muito bem, e é ótima pra quem se interessa pelo tema. Vai lá. ;)
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Ah, eu não poderia deixar de falar: o meu último post no O Melhor do Marketing foi sobre a Converse All Star.
“Ele está nos pés dos nerds de The Big Bang Theory. Kramer, de Seinfeld, e Punky Brewster também já usaram, cada pé de cada cor. James Dean, Bruce Springsteen, Kurt Cobain e Eddie Van Halen também viviam com os seus. O que começou como um tênis de lona e sola de borracha para jogadores de basquete entrou de vez para o lifestyle rock n’roll e se tornou um ícone pop.”
Leia mais. E não deixe de dizer o que achou, hein? :P
Aproveite também e vote na próxima marca da série: Zappos, Garoto ou Melissa? É só clicar aqui. ;)
Depois que a @lululacerda e o @filipesf me intimaram a atualizar o blog, cá estou eu, com um post que tem quase 2 semanas unfinished no rascunho. Bad, bad girl. No donuts for you, Diana!
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Entre 24 e 27 de junho, estive em São Paulo para acompanhar o Social Media Brasil, a convite da Ideia s/a (agradeço MUITO, chefinhos! Foi ótimo! :P). Aproveitei e estiquei o fim de semana, ficando também para o Circuito 4×1. E também participei da gravação do primeiro podcast Fala, Blogueiro, junto com o @filipesf. O podcast é dos amigos @senhorvillela (do Blog do Villela) e @srchico (do MidiaBoom), e foi muito legal participar! Meninos, valeu pelo convite!
Além disso, voltei a escrever para o blog O Melhor do Marketing. A volta da série Br@nding 2.0 foi sobre o McDonald’s, marca escolhida pelos leitores, e que você pode conferir clicando aqui.
Amanhã também sai o próximo post da série, sobre a Converse All Star. Não perca! :P
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Bom, vamos por partes, então.
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Social Media Brasil – 24 e 25 de julho – Teatro Frei Caneca

No ano passado, acompanhei o #smbr via Twitter: dois dias sentada na frente do computador, lendo tudo o que era falado na hashtag. Esse ano, eu iria fazer o mesmo. Até que a agência me chamou para ir ao evento. :)
Foi muito bom conhecer o pessoal da agência pessoalmente (eu só conhecia o @heliobasso e o @vitor_guerra até então), e tantas outras pessoas incríveis!
@lululacerda, @GabrieLeite, @fewieser, eu e @alinnefernandes
Galera no bar Asterix
O evento em si foi bom, não ótimo. O conteúdo das palestras oscilava bastante, algumas foram excelentes, outras bem fraquinhas. Foi muito bom reassistir a palestra do @augustodefranco. Eu já tinha participado de um minicurso do Augusto na #CIRS – Conferência Internacional de Redes Sociais, em Curitiba, e como sempre, ele não decepciona. Augusto deu uma palestra parecida com a da #CIRS, e falou sobre as teorias de Redes Sociais, citando Paul Baran, e teorias como a dos 6 graus de separação, entre outras coisas. Aqui você pode conferir os slides dele sobre Netweaving (bem parecidos com o que ele falou no #smbr).
Depois, assisti Julio Vasconcellos, responsável pelo Facebook no Brasil, falando de novidades na ferramenta. Sério mesmo? Pra mim, foi a palestra mais fraquinha, eu esperava cases bem mais aprofundados.
Elspeth Rountree, da Rocketboom Tech, e Toby Daniels, da ThinkSocial, foram ótimas! Falaram sobre vídeos e o que a viralização tem feito na internet. Elspeth voltou ainda no final do evento, mostrando mais exemplos de virais, e como as pessoas se apropriam deles, e os transformam em coisas extraordinariamente divertidas.
Jessica Faye Carter foi ótima também, falando sobre Cultura 2.0, e mostrou cases de empresas que utilizaram elementos culturais de um povo ou grupo.
No segundo dia, as palestras que merecem destaque são:
. Mariano Suarez, da Three Melons, falou sobre Social Games, e em especial do case “Bola”, no Facebook;
. “O poder dos podcasts”, com Tiago Luz (DM9DDB), Deive Passos, Alexandre Ottoni (Jovem Nerd), Gustavo Guanabara (Guanabara.info) e Christian Gurtner (Escriba Café). O nível da discussão foi ótimo, e o ponto alto foi ouvir o Escriba Café, podcast de história que possui uma edição de áudio excelente!
. E no fim do segundo dia, Toby Daniels falou sobre cases e estratégias de responsabilidade social.
Enfim, as palestras que assisti foram legais. Esperava mais de algumas delas, mas no geral, o evento foi bom. Principalmente, claro, a parte de conhecer pessoas inteligentes e interessantes, algumas com quem eu já falava via Twitter, e outras que foram gratas surpresas. :)
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. Cobertura Oficial do SMBR, com fotos, slides, posts…
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Circuito 4×1 – 26 de julho – ESPM da Vila Mariana

O Circuito 4×1 foi fantástico! O evento possui esse nome porque é formado por 4 espaços: Arena Comunicação 2.0 Hands-on; Arena Transmedia Videolog; Arena Marketing e Redes Sociais; e Arena E-commerce.
Pela manhã, participei de uma desconferência sobre e-empreendedorismo, com Millor Machado do Empreendemia, Bob Wollheim da SixPix, Marcel Ayres e Renata Cerqueira da PaperCliq e Anderson Villela.
Na parte da tarde, fiquei na Arena E-commerce, espaço organizado pela Lígia Dutra, mais conhecida como @upalupa. Rodrigo Câmara, planner de agências como W/Brasil e F/Nazca Saatchi & Saatchi, falou sobre Links Patrocinados, e como construir uma campanha efetiva com o Google AdWords. Logo depois, foi a vez da incrível Martha Gabriel, falando (muito aceleradamente… rs) sobre Social Commerce, e como trabalhar o comércio nas mídias sociais.
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Enfim, valeu muito a pena ter ido a São Paulo, curtir esses dois eventos. No blog do Vitor Bellote, há a cobertura completa dos dois eventos, muito bem feita, por sinal. :)
No mais, gostaria de poder citar todo mundo que conheci aqui, mas não o faço com medo de ser injusta e acabar deixando alguém de fora.
E na semana que vem, estarei no Rio para o #Interact2010. E aí, vamos nos encontrar lá? :)
Lá e de volta outra vez. Demorei a voltar com o blog, por diversos motivos, mas senti muita falta de tudo isso aqui. Agora, volto de forma diferente, tenho novas surpresas para o blog, e ao longo da semana você verá isso. :)
Bom, hoje vou falar um pouco do caso da #ChuvadeTwix, uma ação que tinha tudo pra dar certo (conseguiu gerar buzz, mesmo com um vídeo viral chato e longo). A ideia era fazer as pessoas correrem atrás de dicas espalhadas nas redes sociais, para descobrirem aonde iria acontecer a tal chuva de chocolates.

Enfim, uma ideia muito boa (quem não gostaria que chovesse chocolates?), mas de difícil execução: é preciso pensar na segurança dos participantes, pra que ninguém saia com galos por levar uma chocolatada na testa, nem se desespere e acabe derrubando e pisoteando outros participantes.
Mas nesse ponto, a ação realmente foi impecável: não há relatos de gente que se machucou, nem nada disso. O problema foi outro: as máquinas que iriam lançar os chocolates falharam, e os organizadores tiveram que jogar tudo com as mãos. Sorte de quem ficou perto, azar de milhares que ficaram longe e só viram uma chuva de papel.
É difícil julgar e dizer no que a organização errou. Mas olhando de fora, houve falhas no planejamento, em uma coisa que eu gosto de chamar de “brincar de ‘e se’”? “E se vier pouca gente? E se vier mais do que o esperado? De repente, vale fazer em duas etapas”?
Porque também há um pouco de matemática nisso: 16 mil chocolates, dividido por 2.000 pessoas (dentro do estacionamento, mas mais umas 2.000 do lado de fora), dá 8 chocolates para cada pessoa. É muito pouco para quem enfrenta metrô, trânsito e tal. É menos ainda, se quem está perto dos organizadores consegue pegar entre 100 e 200 chocolates.
Mas na minha visão, o principal problema foi a marca não admitir o erro depois, tuitando somente os comentários positivos e ignorando as centenas de comentários negativos sobre a ação. Sinto que as marcas ainda estão tendo dificuldades com a coisa do “2.0″, do “ouvir mais do que falar” e principalmente da transparência. Lógico que ninguém gosta de ouvir comentários negativos, mas isso já é prerrogativa nas mídias sociais: o usuário fala bem ou mal de uma empresa, ela ouvindo ou não. E aí, um bom relacionamento da empresa com seus clientes é o que vai fazer a diferença. E relacionamento é via de mão dupla, não tem jeito. A empresa DEVE ouvir, admitir o erro, e correr atrás para reverter a situação negativa. Simples não é, mas ignorar isso pode ser muito prejudicial à imagem da marca.
E você, o que acha? Deixe sua opinião aí nos comentários, vai? :)
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Semaninha no Twitter – #02
Faaala! Tudo bem? :)
Eu tô na correria por aqui: lendo os livros para o TCC, ajudando a organizar o #TwicontroES, ajudando um pouco na empresa dos meus pais, trabalhando… E twittando, óbvio. Sempre! :)
A semana começou bem triste: a tragédia no Haiti nos fez pensar e repensar. Um país abandonado na miséria e nas crises políticas, e agora com uma tragédia de tais proporções. Pelo menos, serviu para fazer o mundo abrir os olhos para aquela triste realidade. E, para realmente fazermos algo pra ajudar, existem diversas formas de enviar ajuda. É só clicar aqui e escolher uma entidade.
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Na segunda-feira passada, postei o segundo post da série Br@nding 2.0, no blog O melhor do Marketing. A marca escolhida pelos leitores foi a LEGO. Para conferir o post, é só clicar aqui.
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A rede Clube de Marketing Digital postou essa semana um podcast com uma entrevista com Nino Carvalho, sobre Cultura Digital. Vale a pena ouvir!
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O blog do #TwicontroES está no ar, e também fizemos um perfil no Delicious, onde vamos colocar sugestões de ferramentas, posts e mais sobre Twitter. Já tem algumas coisas legais lá, e se você conhece alguma coisa legal, ou escreveu algo sobre o microblog, por favor, deixe sua sugestão nos comentários. :)
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Esta semana, comprei dois livros muito bons sobre Inteligência Coletiva na era digital: O Conhecimento em Rede, de Carlos Nepomuceno e Marcos Cavalcanti, e Cultura da Convergência, de Henry Jenkins. Já terminei de ler O Conhecimento em Rede, e realmente é ótimo! Nepomuceno e Cavalcanti possuem um jeito simples de explicar conceitos complexos, e mostram que, por mais que as redes sociais são feitas pelas pessoas que delas participam, é possível sim planejar estrategicamente essas redes. Já o Cultura da Convergência, comecei a ler ontem, e já me apaixonei: Jenkins fala do momento em que vivemos, uma nova era em que a verdadeira convergência não é a tecnológica, e sim a social e cultural. Usando estudos de caso de produtos culturais, como o programa Survivor, American Idol, a trilogia Matrix, Harry Potter, entre outros, Jenkins mostra como a mensagem não se repete mais em diferentes meios, e sim é continuada e reconstruída pelo público. Aproveito para indicar aqui, novamente, uma palestra do Marcos Cavalcanti, sobre Sociedade do Conhecimento. Só dá pra dizer isso: é PHODA! :)
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A Claro resolveu retroceder na comunicação em mídias sociais: declarou que não irá mais responder as reclamações de usuários do serviço Reclame Aqui. Coisa feia, hein, Claro??
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A Coca-Cola fez uma ação de guerrilha GENIAL! Escolheu uma faculdade, e colocou uma máquina que vende um pouco mais do que refrigerantes: vende a felicidade! Veja o vídeo e as surpresas que cada um dos estudantes tirou da máquina.
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Dicésar “recebe a Ana Botafogo, AGAZA no tanque e ensina como lavar roupas”. Desculpa, não ia falar do BBB10 aqui, mas esse vídeo é muito engraçado! Já tenho meu BBB favorito! :)
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Estreou um dos filmes mais aguardados por mim para esse início de ano: Onde vivem os monstros, de Spike Jonze (Quero ser John Malkovich). Ainda não consegui assistir, mas #ficadica. :) Leia a crítica do Outernative clicando aqui.
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E você? O que mais foi falado essa semana que te interessou? Divide aí nos comentários! ;)
Bjs, e boa semana!
10
Semaninha no Twitter – #01
“Um belo dia resolvi mudar…”, começando por minha vida profissional+hobby – é tudo junto mesmo. O blog tá sendo todo reformulado, e ainda falta mexer muita coisa por aqui. Aos pouquinhos vou acertando tudo, e voltando a atualizar com mais frequência. 2010, virada, sabe como é… E você? Como foi de virada? E planos? Conta aí… ;)
Bom, copiando um pouquinho a ideia da tia Batata, aos domingos vou fazer um post de rapidinhas, contando e recomendando coisas legais que rolaram no Twitter. Fazer o quê, vício é vício… :)
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Comecei essa semana a escrever uma série de posts sobre Marcas e Mídias Sociais: a Br@nding 2.0, no blog O melhor do Marketing. O primeiro post foi sobre a ESSO, com uma estratégia de abastecer blogueiros com conteúdo. Dá uma olhadinha lá. ;)
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@fseixas: O povo pegou o áudio das primeiras cenas de Pulp Fiction e resolveram “interpretar” no Google Wave. Phoda, e dá pra ter uma noção bem legal de como funciona a ferramenta. Clique aqui.
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O Procon do Espírito Santo já começou o cadastro de bloqueio de ligações de telemarketing. É, isso mesmo, ficaremos livres do “vou estar verificando”. É só cadastrar seu número de telefone para não ser mais importunado.
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@augustodefranco: A CIRS – Conferência Internacional de Redes Sociais irá acontecer entre os dias 11 e 13 de março de 2010 em Curitiba, e é promovida por pessoas da Escola-de-Redes, uma rede de 3 mil pessoas que estudam, investigam e experimentam redes sociais. As palestras serão ministradas por Clay Shirky, professor da New York University, Steven Johnson, autor de A cultura da interface, e Pierre Lévy, pensador mundialmente reconhecido no campo da cibercultura. Para mais informações, é só clicar aqui.
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@caiera: Embarcação da Sea Shepherd afunda após ataque de baleeiros japoneses. Tem vídeo do ataque e tudo… Clique aqui.
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A @twittess está no BBB10, e teve seu perfil hackeado. Vou linkar aqui alguns posts que li essa semana e que apresentam as mais diversas opiniões sobre a personagem de Tessália Seriguelli e sua participação no Big Brother.
. @alexprimo: Um encontro com Tessália Seriguelli, a twittess
. @alexprimo: Twittess e redes sociais: uma entrevista com Tessália Seriguelli
. @gravz: Twittess, a primeira (e talvez única) celebridade do Twitter
. Big Brother 10, Twittess e a relevância de Blogs e Mídias Sociais
. @plinioMKT: Twittess tem o seu perfil atacado no Twitter
O que eu acho? Acho que a Tessália tem o seu público, que ela é relevante para esse público e que foi uma cartada de mestre da Globo incluir twitteiros no BBB, um programa que estava perdendo audiência. Assim, a Globo conseguiu atingir a um público que não atingia, e o BBB será comentado durante 3 meses de forma massiva nas redes sociais. A Globo e a Twittess atingiram seus objetivos e ponto. E concordo quando dizem que, por mais que sejamos “antenados”, a Globo sabe como nos manipular. Não assisto ao programa, mas dessa vez vou acabar assistindo. Você não?
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Coca-Cola Light deixa o mercado, e se torna Coca-Cola Light Plus. O que eu considero uma estratégia arriscada: TODAS as pessoas que eu conheço que tomam a Coca-Cola Light SÓ TOMAM a Coca-Cola Light, principalmente pelo sabor. Sim, elas não gostam da Coca Zero. Espero que a Coca saiba o que está fazendo. Por todos os meus amigos que não suportam a Coca Normal nem a Zero…
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@cmerigo: A Gringo (agência de internet absolutamente fodona) lançou os 47 mandamentos das pequenas agências digitais.
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35 exemplos de usos corporativos das mídias sociais
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@Lagrotta: “Empresas prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada.” Philip Kotler
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@fabiomalini: “É difícil ganhar uma eleição tuitando”, diz o estrategista da campanha de Obama
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Bom, é isso aí. Tem boas leituras aí, principalmente para quem se interessa por comunicação em mídias sociais. Bjinhos… inté! ;)
2009 foi o ano em que meu hobby virou profissão. Deixei de ser blogueira de brincadeira, pra me tornar profissional de mídias sociais de verdade. Então, resolvi recorrer aos meus relatos no Twitter dos fatos que marcaram (ou não) nossas vidas em 2009.
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FormSpring.me: o melhor serviço de todos os tempos da última semana.
Google Wave e novo Orkut: a gigante da internet fez mais fumaça do que fogo.
A COP-15 resultou em uma “carta de intenções” de fazer alguma coisa pelo clima do planeta.
A gripe suína é transmitida pelo espirro dos porquinhos.
De patinho feio a cisne: Susan Boyle emocionou o mundo.
Don’t stop believing: losers podem ser um sucesso!
O pior bar do Sistema Solar e o médico que atende mal processam blogueiros.
Cai o diploma: jornalistas se sentem mais perdidos do que cego em tiroteio.
#pumafail: o que não fazer em uma campanha de mídias sociais.
Silvio sem Lombardi é queijo sem goiabada.
10 anos de Matrix comemorados em Lego!
Social Games: metade dos meus amigos no Facebook é mafioso, metade é fazendeiro.
Confecom termina com mais de 600 propostas aprovadas.
Blogueira cubana não recebe autorização para sair da ilha, é agredida e fotografa agentes que vigiam seus passos
Maurício de Sousa diz que interpretação sobre personagem gay depende do leitor.
Portocainarede: sucesso e polêmica em mídias sociais.
Obama admite nunca ter usado Twitter.
Mexeu com o Sarney, mexeu comigo! #forasarney: mas ele ainda está lá.
Air France: maior acidente da história da companhia.
Maísa chama a mãe do Silvio Santos de “vaca” e revela o maior segredo da história da TV brasileira.
O Moonwalker será sempre eterno.
Patrick Swayze virou Ghost de verdade. Também o (kill) Bill, a Leila Lopes, a Mara Manzan.
Folha cria regras para jornalistas usarem as mídias sociais.
China bloqueia Twitter na véspera do 20º aniversário de protestos pró-democracia.
Roberto Carlos 50 anos: show “transmitido” via Twitter.
U2be.com: show ao vivo para mais de 10 milhões de pessoas.
Transformis qualquer frasis paris mussumzêszis.
Participação especial do Agente Smith em Caminhos das Índias.
Alunos da Uniban agridem aluna por dançar “todo enfiado”. Professora é demitida por usar vestido curto. Ou é ao contrário?
O Brasil risonho e límpido de Vanusa.
Flamengo Hexa (ou Penta, dependendo do ponto de vista).
Biafra canta “Voar, Voar” e quase sai voando.
Rio 40 Graus: cidade-sede das Olimpíadas de 2016.
Sasha foi alfabetizada em inglês.
Telmo Júnior é o Chuck Norris da internet.
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Bom, é isso. E pra você? Quais fatos marcaram 2009?
Beijinhos, e até 2010, com um Midiamorfose todo reformulado. Muita paz, saúde e sucesso para todos nós!
O NORAD Tracks Santa é um projeto muito legal, que acontece desde 1955 nos Estados Unidos.
Estava o Coronel Harry Shoup, Comandante de Operações dos CONAD (Continental Air Defense), de plantão na noite de Natal. E então, o susto de sua vida: o telefone vermelho começou a tocar. No auge da Guerra Fria, o número da linha vermelha só era conhecido por duas pessoas nos EUA: o Secretário de Defesa e o Presidente dos EUA. O telefone tocando só poderia significar ataques nucleares, ou qualquer coisa parecida.
Quando o Coronel Shoup atendeu, ouviu uma menininha perguntando: “Você é o Papai Noel?”. O que tinha acontecido é que um anúncio da loja Sears, com o mote “Fale com o Papai Noel” havia saído com o número errado.
Assim, o Coronel resolveu entrar na brincadeira, e pediu para que todos do CONAD atendessem as crianças e “rastreassem” o bom velhinho.
A partir daí, o CONAD, hoje NORAD, recebe ligações de crianças do país inteiro, e voluntários passam a noite de Natal atendendo essas crianças. Atualmente, Papai Noel também é escoltado por caças F-15, F-16 e F-18.
Em 1997, foi criado o site do programa, o www.noradsanta.org, patrocinado por empresas como a Google, AOL, Microsoft, entre outras. E desde 2007, o Google expandiu a brincadeira, usando o Google Earth, o Google Maps, o iGoogle e o YouTube para mostrar aonde está Papai Noel no espaço aéreo americano. E o telefone ainda funciona, com o número 1-877-HI-NORAD.
Página do NORAD Tracks Santa no Facebook
Mais posts sobre o programa:
NORAD – 53 anos rastreando Papai Noel – por Carlos Cardoso
NORAD Tracks Santa e Papai Noel dos Correios – por Titia Batata
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E, para encerrar, deixo aqui meu desejo de Boas Festas a todos! :)
Muitas pessoas vieram debater comigo sobre a presença ou não de homofobia na propaganda da BIC, o que me deixou feliz. Tirando uns Trolls, o debate sempre é positivo.
A blogueira Lia veio comentar o último post, e transcrevo aqui o comentário e a minha resposta, explicando onde vi o preconceito nesse anúncio:
–
Lia:
Eu me assustei com o titulo do seu topico e corri pra ler essa propaganda que vc colou aí, pra ver se encontrava o preconceito e a homofobia…
Acompanhei o inicio da campanha num show de stand-up comedy com o Maguila interpretando o homem-ogro, o Cauã Reimond interpretando o homem bem-feito e o Sergio Abreu interpretando o homem sensivel demais e metrossexual. Em momento nenhum houve alguma referencia homossexual ligada ao Sergio, mesmo pq ele não toparia participar já que estava ali como ele mesmo e não como um personagem.
Falo por mim e pelos outros blogueiros que apoiaram a campanha, não fique chocada, pq o q nos foi passado é isso q descrevi acima.
Lendo a propaganda q vc anexou aí, eu acho q ela desconversa um pouco do resto da campanha sim nas duas primeiras “Situações”. Ao mesmo tempo não vejo tanto motivo pra alarde e definitivamente não vejo preconceito.
Isso é completamente diferente daquela propaganda do salgadinho onde os amigos ZOAVAM o amigo “gay”.
Tenho mtos amigos queridos que sao homossexuais, e posso dizer que entre eles tem o gay ogro, o gay feminino e o gay bem-feito! kkkkk
Acho q vc interpretou a propaganda com um olhar mto severo, de quem “procura coisa errada”. Não tem nada demais não, só que como eu disse, fugiu um pouco da estética do resto da campanha por caricaturar demais um dos homens não-bem-balanceados. ;)
–
Diana:
Eu vi um vídeo da campanha e realmente não vi preconceito ali. O ator interpreta um cara sensível demais, chegando a ser mala, mas ainda hetero.
Quando você comenta que “Lendo a propaganda q vc anexou aí, eu acho q ela desconversa um pouco do resto da campanha sim nas duas primeiras ‘Situações’.”, é aí que mora o problema, a meu ver.
Nessas duas situações, você está falando de um cara sensível, mas concorda comigo que o cara hetero lá de cima jamais agiria assim?
Quando você compara, dizendo que o número 3 é bem-feito, vc automaticamente está dizendo que o 1 e o 2 não são.
Posso estar exagerando minha visão? Sem dúvida. Mas não estou sozinha nisso, tanto que o link para o site do Conar está sendo o mais clicado do post.
Bom, acredito que vc tenha amigos gays e não seja preconceituosa. Acredito também que a campanha talvez não tenha pretendido ser preconceituosa. Mas no anúncio impresso, ela foi. A meu ver e de mais um monte de gente…
É como eu disse em uma resposta ali em cima: as coisas começam pequenas, e se a gente vai deixando, cada vez mais a nossa visão do que é “normal” vai se acostumando a deixar pra lá coisas piores…
–
Além disso, a Carla deixou um comentário ótimo, que também tomo a liberdade de reproduzir aqui:
Carla:
Olá, Diana. Comentando sobre a propaganda e sobre o que os colegas comentaram anteriormente, penso que sim, “aparentemente é inocente”, assim como são “aparentemente inocentes” as propagandas de carro em que a mulher bela é um troféu no banco de carona (teve uma em que um determinado carro ganhava no “quesito: namorada de motorista”, o que eu achei o fim). E, obviamente, nem todos se sentem ofendidos – que bom! Mas, é preciso tomar cuidado com os estereótipos que são passados. Pode ser que a intenção nem tenha sido má, mas não foi criativa, diferente, foi a reprodução de uma ideia de um “homem ideal”. Assim, essa propaganda tira o lugar da diversidade: propõe um modelo masculino, que seria o ideal de “homem heterossexual”. Não importa se a figura que aparece nas segundas respostas é gay ou não: na medida em que se propõe uma caricatura que acaba tendo características tidas como “femininas” – e o coloca como menos bem-feito que o outro, há um discriminação. E, afinal, o produto é apenas para homens heterossexuais?
–
Por fim, quero colocar aqui um “resultado” de uma enquete que fiz no Twitter, perguntando se é normal (no sentido de “é tranquilo para você?”) ver um casal gay andando de mãos dadas e trocando carícias em público.
Achei interessante porque recebi respostas via Mensagem Direta, e vou ser sensível o suficiente para manter o anonimato de todos.
Seguem as respostas recebidas:
- Normalíssimo RT @dianapadua: Então vamos lá. ENQUETE relâmpago? Quem aqui acha normal um casal gay de mãos dadas e se beijando em público?
- Super Normal… Acho interessante q casais ht podem se “comer” em publico q ngm diz nada… agora, se for um casal gay pelo menos de mãos dadas, td mundo cai em cima… Olha a hipocrisia aí…
- Anormal é votar nos Sarneys da vida! RT @dianapadua: Então vamos lá. ENQUETE relâmpago? Quem aqui acha normal u …
- Normal. assim como eu acho casais Heteros.
- eu! KK
- eu acho normal. Feio é quando praticamente se comem em público seja hetero ou homo.
- Acho maravilhoso quando vejo um casal assim, que se afirma.
- eu nao axo normal! mas nao critico .. bj
- Respondendo à sua enquete, eu não condeno, mas não acho normal. Não é uma coisa que se vê todos os dias.
- tbm acho maravilhoso um casal q se afirma. Principalmente pra quem se afirma. Deve ser terrível viver se escondendo…
- hiper-normal
- Polêmicas à parte. Normal não é. Mas temos que respeitar a liberdade e mais do que isso, respeitar a lei. Certo?
- confesso que a situação me encomodaria. Faria uma cara como se lambendo limão.
Durante os debates (no blog, no Twitter, na comunidade Homofobia já era!), muita gente disse que não viu homofobia no anúncio, muita gente diz que viu. Como eu disse ali em cima, a partir do momento em que há gente se sentindo ofendida, Houston, we have a problem!
E, ao contrário do que disseram no Twitter, não há uma Lei contra a discriminação contra homossexuais, e a votação pública para o Projeto de Lei no site do Senado estava difícil: a última vez que vi, estava em 49% (a favor) a 51% (contra) a criação da Lei de criminalização da homofobia. Já tiraram a enquete do ar, mas também na comunidade Homofobia já era! há um tópico que acompanhou a (cof cof…) evolução da enquete.
Portanto, repito o que eu acho: o preconceito está tão arraigado que as pessoas já nem percebem que ele existe. Cada vez mais, vamos deixando passar coisas piores, porque vamos nos acostumando com aquela realidade. É a banalização do preconceito? Na minha opinião, sim…
A blogueira que vos fala...
Soy Diana Pádua (prazer! ;D), tenho 27 anos, moro em Vitória - ES. Trabalho na área comercial da Ideia S/A, escrevo em mais um monte de blogs e tenho pensado em tomar juízo.
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